Illustration credit: Vecteezy

domingo, 28 de janeiro de 2018

Pesqueiro Lago Azul Monte Sião - "Bolão do Tamba", Torneio de Pesca e Novos Peixes!

Fala, galera!
Aqui quem fala é o Pedro Henrique Odinino do Pesqueiro Lago Azul Monte Sião, em Monte Sião - MG (que vocês podem conferir mais sobre clicando AQUI). Fundado em 1990 pelo meu avô Francisco Antônio Fedel, o pesqueiro começou com a pesca por quilo e diária, mas logo a pesca esportiva fez a fama do lugar.




Atualmente, é o meu pai Waldemir que administra o pesqueiro, com meu irmão Lukas. Temos investido muito em grandes peixes recentemente, principalmente pirararas e tambacus. E também em incentivos à pesca esportiva, como o Bolão do Tamba, em que existem dois tambacus marcados com tags em cada lago de esportiva, o pescador paga cinco reais a mais além do valor da pesca esportiva, e se ele pegar o peixe marcado, leva o dinheiro acumulado.




Outro evento que tem ocorrido pelo menos duas vezes por ano é o Campeonato de Pesca do Pesqueiro Lago Azul Monte Sião. Meu pai e seu amigo Daniel conseguiram organizar os campeonatos com vários pescadores e muito sucesso.

O último campeonato aconteceu no inverno, num dia muito frio, e mesmo assim teve pescador que fisgou mais de 15 tambacus! A massa de fundo foi a isca dos campeões, e até eu participei! 



Como são os grandes tambacus com boias cevadeiras que agradam a maioria dos pescadores, continuamos investindo neles, com alguns exemplares com mais de trinta quilos. 


No lago das tilápias por quilo, soltamos recentemente várias pirararas bem pequenas, e após algumas semanas, eu fui pescá-las para ver se elas tinham se adaptado bem. E eu fisguei muitas pirararas! Além de elas estarem comendo muito, cresceram bastante também, e se tudo der certo, no próximo verão (final de 2018) elas já serão soltas no lago esportivo. Além delas, esse lago conta ainda com trairões enormes, pintados, pincacharas e cachapiras.
As tilápias grandes como essa que minha mãe Luciana Odinino pegou atacam bem a massa e a ração na superfície, os trairões pegam com isca artificial e filé de peixe, e as pirararas, pincacharas e cachapiras com guelras de tilápia, salsicha e filé de peixe. TODAS ESSAS ISCAS SÃO VENDIDAS NO PESQUEIRO. 





E claro que eu tirei um tempo para conferir os peixes dos lagos de pesca esportivas. Eu peguei tambacus grandes com cevadeiras e anteninhas coloridas, e também as enormes pirararas e pintados reais com guelra de tilápia a três metros da margem. 



Essas foram minhas pescarias de 2017 e 2018 no Pesqueiro Lago Azul Monte Sião, galera. Pode vir aqui que tem muito peixe grande, valeu!

Por Pedro Henrique Odinino

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Pesque e Pague do Maurício - Pescaria de muitos peixes em São Joaquim da Barra (SP)

Fala, galera!
O novo destino de pesca que eu (Felipe Marques) venho trazer para vocês é o Pesque e Pague do Maurício, em São Joaquim da Barra - SP. No local podemos praticar a pesca esportiva com taxa ou a pesca por quilo.

O local fica dentro da cidade, no final da Rua Amazonas, e é um ambiente familiar com restaurante e lanchonete - além do lago de pesca com bancos e árvores ao redor, que abriga tucunarés, pintados reais, tilápias, pacus, patingas e alguns outros redondos. Para pegar mais informações sobre o local, é só clicar aqui. O telefone para contato é +55 16 99998 5574. 


A pesca dos pintados reais

Eu já tinha ido no pesqueiro há alguns anos, para pescar principalmente os pintados reais com salsicha na boia próxima à margem, fisgando bons exemplares, mas dessa vez, após tanto tempo, queria fisgar espécies diferentes. 



O retorno ao local

Cheguei dessa vez no pesque e pague no fim de dezembro de 2017, era quase onze da manhã quando eu coloquei as linhas na água em busca dos pacus e tilápias. As iscas utilizadas eram massa, ração e fígado de frango. 

E não demorou muito para eu fisgar meu primeiro peixe usando massa de banana e mel no fundo, com equipamento bem leve e anzol pequeno direto na linha. A briga foi boa e uma bela tilápia se rendeu, e foi solta em seguida. 



O dia foi passando e eu tinha muitas ações, mas era a maioria de peixes pequenos, tilapinhas que não saíram para as fotos. Segui insistindo e tentando outras espécies, mas as tilapinhas estavam atrapalhando muito ao longo do dia.
Mas conforme o fim da tarde foi chegando, notei que os peixes estavam começando a subir para comer, então fiz uma boa ceva de ração e decidi pescar com boia e ração na pinga. Aí as tilápias apareceram uma atrás da outra, era muito peixe e grande. 


E numa dessas, acabei fisgando um redondo grande, que saiu tomando linha, mas cortou meu anzol. Mas eu tinha que capturar um, e insisti na isca de fígado de frango no fundo para os pacus e patingas enquanto aguardava mais tilápias.
Minha estratégia deu certo, e o equipamento leve teve trabalho para cansar um redondo de bom porte que correu o lago todo do Pesque e Pague do Maurício. Era o troféu do fim de tarde. 


Mas antes de escurecer, eu tentei de novo na ração na boia, e acabei fisgando uma encrenca: tilápia enorme na superfície, uma das maiores que eu já fisguei, e muito briguenta, mas saiu para as fotos e foi solta para finalizar bem o dia. 


Os gigantes do Maurício

Alguns dias depois, retornei ao Pesque e Pague do Maurício, já no fim da tarde de um sábado, para tentar um peixe maior. De cara, vi um grande tambacu nadando na superfície. 

Comecei a pescar com salsicha na boia e fui tentar uns tucunarés, que já estão grandes no pesqueiro. Fisguei um bom exemplar, que estourou a linha e poucos minutos depois cuspiu minha isca de meia-água.
Quando vejo, minha boia tinha afundado. Fisguei com força e briguei com o primeiro do dia, uma bela patinga. 

Em seguida, comecei a pescar de ultralight com massa, e como era de se esperar, fisguei e soltei várias tilápias muito grandes.


O pesqueiro tem em seu lago muitos tucunarés grandes, peixes extremamente esportivo. Consegui fisgar alguns com isca artificial e com minhoca na margem.

No fim da tarde, coloquei peito de frango na boia e arremessei no meio do lago. Veio a pancada e o peixe tomou muita linha, acabou escapando. Provavelmente era um dos tambacus gigantes que eu sempre vejo nadando.
No arremesso seguinte, outra corrida muito forte, mas dessa vez para a margem. As pernas bambearam, e depois de 15 minutos, saiu o troféu do Pesqueiro do Maurício, um pintado real enorme! Peixe solto em seguida para encerrar bem a matéria do pesqueiro.

Algum tempo depois, voltei ao local determinado a fisgar um grande tambacu, e após muita insistência, consegui cumprir minha meta! Uma legítima panela, fisgada com goiaba de fundo e solta após as fotos.


Essas foram minhas pescarias no Pesque e Pague do Maurício, lugar com muito peixe em São Joaquim da Barra, que recomendo muito. 

Por Felipe Marques

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Engenho da Serra Hotel & EcoResort - Tucunarés e pacu com isca artificial

Olá, amigos e leitores!
Mais uma vez, trazemos a vocês um excelente local de pesca que fez parte da nossa história, o Engenho da Serra Hotel & EcoResort em Capitólio - MG. Referência em turismo, eventos e lazer para toda a família na região, o local oferece diversas opções de entretenimento aos hóspedes. E uma delas é a pesca esportiva, praticada em vários lagos repletos de peixes, como tambacus, pacus, muitas matrinxãs e dourados, traíras, tucunarés e enormes surubins.
Eu (Pedro) estive lá há alguns meses, acompanhado do meu pai Hilton Daher e dois primos, que foram para mostrar que criança também pega muito peixe no Engenho da Serra! Estivemos lá a convite do proprietário Jamilton para uma rápida (e farta) pescaria para mostrar que, embora não frequentássemos o local há muito tempo, o potencial de pesca continuava o mesmo. Chegamos ao Hotel já na hora do almoço e, após saborearmos uma deliciosa comida, fomos para a beira do lago maior, que abriga os maiores peixes.
Logo que chegamos, pudemos notar que a quantidade de peixes ainda era enorme, pois avistamos enormes cardumes de matrinxãs nadando na superfície e se alimentando de tudo o que caía na água.



Animados e ansiosos, fomos colocar as linhas na água, utilizando iscas de salsicha, pão flutuando e massa. No primeiro arremesso já fisguei um belo tambacu de uns dez quilogramas, mas que escapou na margem... Em seguida, no pão flutuando, as matrinxãs frenéticas começaram a ser fisgadas.

Enquanto isso, meu pai levou os meus primos André e Mell para o lago de tucunarés atrás das piscinas do hotel. Os dois pequenos queriam aprender a pescar com isca artificial, e com poucos arremessos com um plug de meia-água de seis centímetros, eles fisgaram seu primeiro peixe.


A surpresa veio quando, em um dos arremessos seguintes, um grande peixe atacou a isca assim que ela bateu na água, e saiu em disparada tomando linha. Meu pai teve que assumir a briga, e precisou de muita paciência para cansar o grande pacu usando equipamento leve. Troféu do dia registrado e solto!




Vendo o resultado da pescaria deles, eu resolvi também tentar meus tucunarés, utilizando uma isca de meia-água de sete centímetros de cor verde-limão, para tentar selecionar exemplares maiores. E não é que deu certo? No primeiro arremesso já tinha um belo tucunaré-azul na ponta da linha.


Insisti na mesma isca e no mesmo ponto, arremessando rumo às margens com vegetação, e em pouco tempo já tinha um tucunaré maior ainda fisgado! Esse chegou até a tomar linha, briguento...



Meta concluída, retornei ao lago principal. Lá, resolvi usar isca de manga que caía na água com fartura devido à enorme mangueira que margeia a represa. E foi nessa isca que tive três boas ações de tambacus em seguida, porém sem efetivar a captura... Não era o dia deles.
Em compensação, as matrinxãs estavam frenéticas na superfície, e garanti mais alguns grandes exemplares para encerrar bem a nossa rápida passagem pelo Engenho.


Em apenas duas horas, garantimos nossos troféus no famoso hotel de Capitólio, e ficamos com a certeza de um retorno em breve para capturar peixes ainda maiores!

Por Pedro Daher