Illustration credit: Vecteezy
Mostrando postagens com marcador Pesque Pague Recanto da Jabuticaba. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pesque Pague Recanto da Jabuticaba. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Pesque Pague Recanto da Jabuticaba - Em busca dos gigantes do lago!

Fala, pessoal!
Mais uma vez, eu, Rafael Vieira, venho trazer para vocês os grandes peixes do Pesque Pague Recanto da Jabuticaba, em Tocantins - MG. Acompanhado do meu parceiro Ezequiel Martins, fiz uma excelente pescaria num final de semana de janeiro de 2018. 

Os peixes do sábado

O pesqueiro estava vazio, então decidimos pescar de fundo com tripa de frango - que é a comida que usamos para tratar dos peixes. Após quarenta minutos de espera, minha vara deitou com tudo, e eu já sabia que aquele não era um peixe pequeno; ele passava no canto do barranco levando muita linha, mas depois de uma grande briga ele se rendeu. Vi que era um grande pintado, bateu uma emoção. Na hora de soltar, ele me deu aquele banho, mas fiquei contente pela briga!

Os peixes estavam parados, então decidi usar a tripa flutuante, dica de nosso amigo Pedro Daher. Eu arremessei onde vi que tinha mais movimentação de peixes, não demorou muito e a boia já sumiu; fisguei o peixe e ele saiu enlouquecido, mas depois de muita briga, ele cansou e se rendeu - era um belo tambacu. Na hora de soltar ele não foi de cena, dei sorte e não tomei outro banho.

No fim da tarde parecia que os peixes estavam fascinados na isca de tripa flutuante, eu perdi várias matrinxãs que pularam até escapar, mas meu amigo de pescaria teve a chance de capturar uma linda matrinxã, o troféu do Ezequiel pra encerrar o primeiro dia. Foi um grande dia de pesca!


O dia do GIGANTE! 

No domingo voltei ao pesqueiro sem a ideia de pescar, mas no meio da tarde comecei a ver muitos peixes grandes e resolvi tentar fisgar um. 

Dessa vez, só me restou usar a isca de fígado, então eu comecei com um equipamento utilizando boia, e não demorou para ela afundar, e fisguei. O peixe não era muito forte, vi que era uma grande tilápia. 

Troquei os equipamentos para pescar de fundo e lancei as varas com pedaços de fígado. De repente deu aquele puxão bem forte e rapidamente dei uma fisgada. Achei que era pequeno, mas demorou a cansar e pesou no meio, vi que era um gigante. Foi meu maior peixe até hoje! Uma legítima panela do Recanto da Jabuticaba, tiramos as fotos e soltei o tambacu que mediu um metro. 

Mesmo cansado, ainda tive tempo de fisgar outro tambacu no fígado de frango, mas esse um peixe menor que encerrou meu final de semana no Pesque Pague Recanto da Jabuticaba, meta concluída atrás dos gigantes! 


Para saberem mais sobre o pesqueiro, é só clicar AQUI! Até a próxima, galera! 

Por Rafael Vieira

domingo, 12 de novembro de 2017

Pesque Pague Recanto da Jabuticaba - Grandes peixes com nosso novo colaborador em um pesqueiro inexplorado

Olá, pessoal!
S
ou o Rafael Vieira, novo colaborador dos Caçadores de Fisgadas, e venho trazer para vocês algumas de minhas pescarias no Pesque Pague Recanto da Jabuticaba, em Tocantins – MG, na Zona da Mata mineira, propriedade da minha família e onde fui criado pescando. Hoje vou apresentar o pesqueiro e contar as histórias de alguns dos meus maiores peixes lá. 

O pesqueiro foi inaugurado em maio de 2016 e possui dois lagos de pesca esportiva e por quilo, e abriga dourados, tambacus, grandes catfishes e pintados, tilápias, pirararas, matrinxãs e muito mais. Além disso, possui outros lagos de criação com muitas espécies e peixes enormes que serão soltos futuramente nos lagos de pesca, após se reproduzirem. O restaurante é amplo e a comida é de qualidade, e funciona de quarta a domingo. 


Troféu dourado
Meu primeiro troféu foi logo quando o pesqueiro inaugurou. Eu estava passando a tarde com meu pai Luiz Francisco, proprietário do pesqueiro, e decidi pescar. Mesmo sem minhas tralhas, peguei um molinete que estava com linha fina e anzol com cabo de aço mas sem chumbo, isquei um pequeno lambari vivo e lancei no meio do lago do restaurante, próximo ao aerador. O dia nublado facilitou a movimentação e a ação dos peixes na superfície.
Não demorou muito para minha vara envergar forte e eu fisgar com força, e o peixe sair tomando linha. Desde o começo, já sabia que o peixe não era pequeno, mas só vi que se tratava de um enorme dourado quando ele saltou inteiro para fora da água e me emocionou. Ele foi dando pulos até cansar, e quando prancheou, enfim ele entrou no puçá. 
Como estávamos só eu e meu pai, ele foi quem ergueu o peixe para as fotos, e eu registrei o momento, devolvendo o troféu logo em seguida, porque lugar de peixe é na água! Depois daquilo parei até de pescar, por estar cansado e emocionado; com certeza esse monstro vai marcar minha vida de pescador. 



Aprendendo a pescar os tambacus

Em outra pescaria, eu fui atrás dos grandes tambacus que moram no lago do restaurante (o que possui os maiores peixes). Nesse dia, o lago estava lotado de pescadores, e eu escolhi pescar com salsicha flutuando (boinha pequena e anzol direto na linha).
Observando os peixes se alimentarem, lancei a isca embaixo de uma árvore onde caíam frutinhas e imaginei que os tambacus estariam ali. De início, várias tilapinhas roubaram minhas iscas, então deixei o equipamento no suporte e saí de perto.
Um tempo depois, o peixe explodiu na salsicha flutuando e saiu tomando muita linha. Como eu não estava perto, quando eu cheguei e fisguei, o peixe já estava mais cansado, e pude brigar com tranquilidade e trazê-lo para as fotos, era um grande tambacu.
Eu usei o alicate de contenção para erguê-lo, mas aprendi que esse alicate machuca a boca do peixe e hoje eu não uso mais esse tipo de equipamento. Mesmo que a gente erre às vezes, o importante é aprender a coisa certa sempre para cuidar bem dos nossos peixes. E após as fotos, meu peixão voltou para a água. 

O bitelo na boia cevadeira

Mesmo já tendo fisgado grandes tambacus no pesqueiro, mais recentemente eu quis aprender a pescar com boia cevadeira e fisgar um peixe grande. O lago possui muitas tilápias, então seria um desafio imenso desviar delas e capturar os maiores, sem falar que os redondos são tratados com miúdos de frango, e não com ração, mas eu tinha que tentar.
Usei um esquema de chicote de cinquenta centímetros com anzol chinú 7 e ração furada do pesqueiro, usando a mesma ração para cevar, só que molhando ela antes. E de fato muitas tilápias afundaram a boia ao longo do dia...
Mas já no fim da tarde, a boia afunda com tudo, e pela puxada eu sabia que era um peixe muito grande... Briga vai, briga vem, peixe pesado mesmo... Aos poucos, ele foi se cansando e a boia apareceu, e daí rapidamente ele entrou no puçá. Era um tambacu enorme que meu pai me ajudou a levantar para as fotos, e que depois retornou saudável para o lago.

Essas foram minhas pescarias nesse novo Pesque Pague em Minas Gerais que abriga grandes exemplares. Logo estarei trazendo mais matérias para vocês. Abraços, pessoal! 

Por Rafael Vieira