Illustration credit: Vecteezy

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Pesque e Pague do Maurício - Pescaria de muitos peixes em São Joaquim da Barra (SP)

Fala, galera!
O novo destino de pesca que eu (Felipe Marques) venho trazer para vocês é o Pesque e Pague do Maurício, em São Joaquim da Barra - SP. No local podemos praticar a pesca esportiva com taxa ou a pesca por quilo.

O local fica dentro da cidade, no final da Rua Amazonas, e é um ambiente familiar com restaurante e lanchonete - além do lago de pesca com bancos e árvores ao redor, que abriga tucunarés, pintados reais, tilápias, pacus, patingas e alguns outros redondos. Para pegar mais informações sobre o local, é só clicar aqui. O telefone para contato é +55 16 99998 5574. 


A pesca dos pintados reais

Eu já tinha ido no pesqueiro há alguns anos, para pescar principalmente os pintados reais com salsicha na boia próxima à margem, fisgando bons exemplares, mas dessa vez, após tanto tempo, queria fisgar espécies diferentes. 



O retorno ao local

Cheguei dessa vez no pesque e pague no fim de dezembro de 2017, era quase onze da manhã quando eu coloquei as linhas na água em busca dos pacus e tilápias. As iscas utilizadas eram massa, ração e fígado de frango. 

E não demorou muito para eu fisgar meu primeiro peixe usando massa de banana e mel no fundo, com equipamento bem leve e anzol pequeno direto na linha. A briga foi boa e uma bela tilápia se rendeu, e foi solta em seguida. 



O dia foi passando e eu tinha muitas ações, mas era a maioria de peixes pequenos, tilapinhas que não saíram para as fotos. Segui insistindo e tentando outras espécies, mas as tilapinhas estavam atrapalhando muito ao longo do dia.
Mas conforme o fim da tarde foi chegando, notei que os peixes estavam começando a subir para comer, então fiz uma boa ceva de ração e decidi pescar com boia e ração na pinga. Aí as tilápias apareceram uma atrás da outra, era muito peixe e grande. 


E numa dessas, acabei fisgando um redondo grande, que saiu tomando linha, mas cortou meu anzol. Mas eu tinha que capturar um, e insisti na isca de fígado de frango no fundo para os pacus e patingas enquanto aguardava mais tilápias.
Minha estratégia deu certo, e o equipamento leve teve trabalho para cansar um redondo de bom porte que correu o lago todo do Pesque e Pague do Maurício. Era o troféu do fim de tarde. 


Mas antes de escurecer, eu tentei de novo na ração na boia, e acabei fisgando uma encrenca: tilápia enorme na superfície, uma das maiores que eu já fisguei, e muito briguenta, mas saiu para as fotos e foi solta para finalizar bem o dia. 


Os gigantes do Maurício

Alguns dias depois, retornei ao Pesque e Pague do Maurício, já no fim da tarde de um sábado, para tentar um peixe maior. De cara, vi um grande tambacu nadando na superfície. 

Comecei a pescar com salsicha na boia e fui tentar uns tucunarés, que já estão grandes no pesqueiro. Fisguei um bom exemplar, que estourou a linha e poucos minutos depois cuspiu minha isca de meia-água.
Quando vejo, minha boia tinha afundado. Fisguei com força e briguei com o primeiro do dia, uma bela patinga. 

Em seguida, comecei a pescar de ultralight com massa, e como era de se esperar, fisguei e soltei várias tilápias muito grandes.


O pesqueiro tem em seu lago muitos tucunarés grandes, peixes extremamente esportivo. Consegui fisgar alguns com isca artificial e com minhoca na margem.

No fim da tarde, coloquei peito de frango na boia e arremessei no meio do lago. Veio a pancada e o peixe tomou muita linha, acabou escapando. Provavelmente era um dos tambacus gigantes que eu sempre vejo nadando.
No arremesso seguinte, outra corrida muito forte, mas dessa vez para a margem. As pernas bambearam, e depois de 15 minutos, saiu o troféu do Pesqueiro do Maurício, um pintado real enorme! Peixe solto em seguida para encerrar bem a matéria do pesqueiro.

Algum tempo depois, voltei ao local determinado a fisgar um grande tambacu, e após muita insistência, consegui cumprir minha meta! Uma legítima panela, fisgada com goiaba de fundo e solta após as fotos.


Essas foram minhas pescarias no Pesque e Pague do Maurício, lugar com muito peixe em São Joaquim da Barra, que recomendo muito. 

Por Felipe Marques

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Engenho da Serra Hotel & EcoResort - Tucunarés e pacu com isca artificial

Olá, amigos e leitores!
Mais uma vez, trazemos a vocês um excelente local de pesca que fez parte da nossa história, o Engenho da Serra Hotel & EcoResort em Capitólio - MG. Referência em turismo, eventos e lazer para toda a família na região, o local oferece diversas opções de entretenimento aos hóspedes. E uma delas é a pesca esportiva, praticada em vários lagos repletos de peixes, como tambacus, pacus, muitas matrinxãs e dourados, traíras, tucunarés e enormes surubins.
Eu (Pedro) estive lá há alguns meses, acompanhado do meu pai Hilton Daher e dois primos, que foram para mostrar que criança também pega muito peixe no Engenho da Serra! Estivemos lá a convite do proprietário Jamilton para uma rápida (e farta) pescaria para mostrar que, embora não frequentássemos o local há muito tempo, o potencial de pesca continuava o mesmo. Chegamos ao Hotel já na hora do almoço e, após saborearmos uma deliciosa comida, fomos para a beira do lago maior, que abriga os maiores peixes.
Logo que chegamos, pudemos notar que a quantidade de peixes ainda era enorme, pois avistamos enormes cardumes de matrinxãs nadando na superfície e se alimentando de tudo o que caía na água.



Animados e ansiosos, fomos colocar as linhas na água, utilizando iscas de salsicha, pão flutuando e massa. No primeiro arremesso já fisguei um belo tambacu de uns dez quilogramas, mas que escapou na margem... Em seguida, no pão flutuando, as matrinxãs frenéticas começaram a ser fisgadas.

Enquanto isso, meu pai levou os meus primos André e Mell para o lago de tucunarés atrás das piscinas do hotel. Os dois pequenos queriam aprender a pescar com isca artificial, e com poucos arremessos com um plug de meia-água de seis centímetros, eles fisgaram seu primeiro peixe.


A surpresa veio quando, em um dos arremessos seguintes, um grande peixe atacou a isca assim que ela bateu na água, e saiu em disparada tomando linha. Meu pai teve que assumir a briga, e precisou de muita paciência para cansar o grande pacu usando equipamento leve. Troféu do dia registrado e solto!




Vendo o resultado da pescaria deles, eu resolvi também tentar meus tucunarés, utilizando uma isca de meia-água de sete centímetros de cor verde-limão, para tentar selecionar exemplares maiores. E não é que deu certo? No primeiro arremesso já tinha um belo tucunaré-azul na ponta da linha.


Insisti na mesma isca e no mesmo ponto, arremessando rumo às margens com vegetação, e em pouco tempo já tinha um tucunaré maior ainda fisgado! Esse chegou até a tomar linha, briguento...



Meta concluída, retornei ao lago principal. Lá, resolvi usar isca de manga que caía na água com fartura devido à enorme mangueira que margeia a represa. E foi nessa isca que tive três boas ações de tambacus em seguida, porém sem efetivar a captura... Não era o dia deles.
Em compensação, as matrinxãs estavam frenéticas na superfície, e garanti mais alguns grandes exemplares para encerrar bem a nossa rápida passagem pelo Engenho.


Em apenas duas horas, garantimos nossos troféus no famoso hotel de Capitólio, e ficamos com a certeza de um retorno em breve para capturar peixes ainda maiores!

Por Pedro Daher

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Pesqueiro do Pó Royal - Apresentando um novo destino de pesca esportiva no estado de São Paulo

Olá, pessoal, tudo certo?
Eu (Diego) estive afastado do mundo da pesca por um tempo, mas estou voltando e trazendo para vocês um novo pesqueiro com baita potencial de pesca: é o Pesqueiro do Pó Royal, um local de fácil acesso a poucos minutos do centro de Morro Agudo – SP e com placas sinalizando, a aproximadamente 70 quilômetros de Ribeirão Preto - SP. Estive no local na companhia do parceiro Rodrigo Marques da equipe Reis do Lago

Infraestrutura e horário de funcionamento: O local conta com um lago enorme de pesca esportiva, restaurante, ampla área de lazer, parquinho para crianças e lagos menores de pesque e pague e criação, sendo um ambiente familiar e muito acolhedor. Funciona de terça a domingo, das 10 às 18 horas.
Vale lembrar que antigamente o lago esportivo possuía uma divisória, que hoje não existe mais, aumentando ainda mais o espaço dos peixes e a emoção da pescaria. 




Peixes e equipamentos recomendados: O pesqueiro conta com uma grande variedade de espécies para agradar a todos os pescadores. Lá você poderá fisgar belos dourados, pincacharas, os amados tambacus, patingas, matrinxãs, piaus, curimbas, carpas capim e cabeçuda. Para os amantes de iscas artificiais, ainda possui bons tucunarés e traíras.
Apesar de a maioria dos peixes do pesqueiro serem de médio porte, eles são muito fortes e valentes. Uma das principais características do local é a esportividade dos peixes ao serem fisgados; um tambacu pequeno toma tanta linha que aparenta ser enorme, e isso se deve a ótima qualidade da água e ao tamanho do lago. 



Há uma grande quantidade de peixes de couro de bom porte, como as pincacharas. Para fisgá-las, utilizamos varas não tão grandes, já que elas comem mais próximas ao barranco e o arremesso pode ser mais curto, além de isca de salsicha em anzois pequenos, como o modelo Chinú 9. Nessa pescaria, os belos dourados também acabam aparecendo e nos presenteiam com seus muitos saltos. 



Entretanto, para fisgar os dourados em grande quantidade, preferimos iscas de superfície. Pode ser a própria salsicha flutuando no meio do lago, ou mesmo as anteninhas de EVAs e miçangas com boias cevadeiras. A briga é boa, os reis do rio pulam muito e é uma pescaria muito esportiva. Na superfície, dessa forma, outro peixe muito comumente fisgado é a também saltadeira matrinxã. 



Os exóticos e esportivos tucunarés também dão suas caras no Pesqueiro do Pó Royal. Para eles, utilizamos equipamentos leves de molinete e isca natural de lambari vivo, com anzol robaleiro direto na linha. 


Mas com certeza os astros do local são os tambacus. Os famosos redondos tão amados pelos pescadores de pesqueiros estão em quantidade e bom tamanho no lago esportivo. Para eles, as melhores modalidades são a pesca com boias cevadeiras com chicote de um metro e isca de ração na pinga, o pão flutuando e iscas naturais como salsicha e miúdos de frango de fundo no meio do lago. 




A briga com os tambacus não é fácil, são peixes muito fortes que aproveitam o tamanho do lago para dar trabalho ao pescador. Para pescá-los, utilizamos varas com comprimento acima de 2,10 metros, pois precisamos de arremessos mais longos para encontrá-los bem no meio do açude. E claro que fisgamos nossos exemplares, os troféus do Pó Royal! 




Amigos, esse é o Pesqueiro Pó Royal, um novo destino de pesca que os Caçadores de Fisgadas estão trazendo para vocês, fica a recomendação, e logo tem mais pescaria de lá! 

Por Diego Cintra 

domingo, 12 de novembro de 2017

Pesque Pague Recanto da Jabuticaba - Grandes peixes com nosso novo colaborador em um pesqueiro inexplorado

Olá, pessoal!
S
ou o Rafael Vieira, novo colaborador dos Caçadores de Fisgadas, e venho trazer para vocês algumas de minhas pescarias no Pesque Pague Recanto da Jabuticaba, em Tocantins – MG, na Zona da Mata mineira, propriedade da minha família e onde fui criado pescando. Hoje vou apresentar o pesqueiro e contar as histórias de alguns dos meus maiores peixes lá. 

O pesqueiro foi inaugurado em maio de 2016 e possui dois lagos de pesca esportiva e por quilo, e abriga dourados, tambacus, grandes catfishes e pintados, tilápias, pirararas, matrinxãs e muito mais. Além disso, possui outros lagos de criação com muitas espécies e peixes enormes que serão soltos futuramente nos lagos de pesca, após se reproduzirem. O restaurante é amplo e a comida é de qualidade, e funciona de quarta a domingo. 


Troféu dourado
Meu primeiro troféu foi logo quando o pesqueiro inaugurou. Eu estava passando a tarde com meu pai Luiz Francisco, proprietário do pesqueiro, e decidi pescar. Mesmo sem minhas tralhas, peguei um molinete que estava com linha fina e anzol com cabo de aço mas sem chumbo, isquei um pequeno lambari vivo e lancei no meio do lago do restaurante, próximo ao aerador. O dia nublado facilitou a movimentação e a ação dos peixes na superfície.
Não demorou muito para minha vara envergar forte e eu fisgar com força, e o peixe sair tomando linha. Desde o começo, já sabia que o peixe não era pequeno, mas só vi que se tratava de um enorme dourado quando ele saltou inteiro para fora da água e me emocionou. Ele foi dando pulos até cansar, e quando prancheou, enfim ele entrou no puçá. 
Como estávamos só eu e meu pai, ele foi quem ergueu o peixe para as fotos, e eu registrei o momento, devolvendo o troféu logo em seguida, porque lugar de peixe é na água! Depois daquilo parei até de pescar, por estar cansado e emocionado; com certeza esse monstro vai marcar minha vida de pescador. 



Aprendendo a pescar os tambacus

Em outra pescaria, eu fui atrás dos grandes tambacus que moram no lago do restaurante (o que possui os maiores peixes). Nesse dia, o lago estava lotado de pescadores, e eu escolhi pescar com salsicha flutuando (boinha pequena e anzol direto na linha).
Observando os peixes se alimentarem, lancei a isca embaixo de uma árvore onde caíam frutinhas e imaginei que os tambacus estariam ali. De início, várias tilapinhas roubaram minhas iscas, então deixei o equipamento no suporte e saí de perto.
Um tempo depois, o peixe explodiu na salsicha flutuando e saiu tomando muita linha. Como eu não estava perto, quando eu cheguei e fisguei, o peixe já estava mais cansado, e pude brigar com tranquilidade e trazê-lo para as fotos, era um grande tambacu.
Eu usei o alicate de contenção para erguê-lo, mas aprendi que esse alicate machuca a boca do peixe e hoje eu não uso mais esse tipo de equipamento. Mesmo que a gente erre às vezes, o importante é aprender a coisa certa sempre para cuidar bem dos nossos peixes. E após as fotos, meu peixão voltou para a água. 

O bitelo na boia cevadeira

Mesmo já tendo fisgado grandes tambacus no pesqueiro, mais recentemente eu quis aprender a pescar com boia cevadeira e fisgar um peixe grande. O lago possui muitas tilápias, então seria um desafio imenso desviar delas e capturar os maiores, sem falar que os redondos são tratados com miúdos de frango, e não com ração, mas eu tinha que tentar.
Usei um esquema de chicote de cinquenta centímetros com anzol chinú 7 e ração furada do pesqueiro, usando a mesma ração para cevar, só que molhando ela antes. E de fato muitas tilápias afundaram a boia ao longo do dia...
Mas já no fim da tarde, a boia afunda com tudo, e pela puxada eu sabia que era um peixe muito grande... Briga vai, briga vem, peixe pesado mesmo... Aos poucos, ele foi se cansando e a boia apareceu, e daí rapidamente ele entrou no puçá. Era um tambacu enorme que meu pai me ajudou a levantar para as fotos, e que depois retornou saudável para o lago.

Essas foram minhas pescarias nesse novo Pesque Pague em Minas Gerais que abriga grandes exemplares. Logo estarei trazendo mais matérias para vocês. Abraços, pessoal! 

Por Rafael Vieira