Illustration credit: Vecteezy

terça-feira, 8 de dezembro de 2020

DLN Furadinhas - Rações para pesca esportiva: garanta a foto do seu troféu!

Olá, amigos e leitores. 
Apresentamos a vocês a isca que vem nos acompanhando em pescarias por todo o Brasil: as DLN Furadinhas - rações e massas para pesca, do amigo Douglas Ferreira, sua esposa Nágila Radis e seu filho Lucas Radis, de Franca - SP



As iscas DLN são feitas de pescador para pescador e testadas diariamente em vários pesqueiros, com o objetivo de manter sempre bons padrões de qualidade, com parâmetros ideais de perfuração, iscagem, maciez e flutuação. Além disso, a marca já disponibiliza massas para pesca de fundo, testadas e melhoradas diariamente. 



As rações são muito macias, duram bastante no anzol e são disponibilizadas em diversos sabores, convencionais com essência ou carnívoros. Em geral, as estatísticas de ações são as mesmas para todos os aromas, mas em determinadas situações, certos sabores se destacam, como o de ninho para pesca de tambas na meia-água e fundo e o de bacon para a pesca de tambacus e tambaquis mais na superfície. Abaixo mostraremos alguns dos vários peixes que já fisgamos utilizando as DLN, além de explicações das montagens utilizadas. 



Estamos utilizando as rações DLN há quase dois anos, com resultados em diversos dos melhores pesqueiros do Brasil, como Uni Pesca Esportiva, Parque Maeda, Pesqueiro Lago Azul Monte Sião, Pesque & Pague Beira Rio, Pesqueiro Lago Azul de Onda Verde, Engenho da Serra Hotel & EcoResort e muitos outros, tendo resultados tanto para tambacus quanto para outras espécies. 





Para grandes tambacus, utilizamos sistemas de diretinho de 30 a 50 cm de chicote na boia cevadeira, ou mesmo o sistema boinha-boião com chicotes longos de 4 m e boia guia regulando a altura, sempre com linha 0,37 a 0,43 mm de monofilamento no chicote. Os melhores anzois para esse estilo, que usa a ração afundando, são os modelos Koiso 10 a 12 e Iseama e Chinu correspondentes, sempre o mais resistentes possível - anzois mais grossos favorecem que a ração afunde mais rápido. 





Outro sistema que funciona muito bem é o boiadinho ou trenzinho com cevadeira, que consiste em utilizar E.V.As na linha para auxiliar na flutuação da ração ou regular sua altura; essa montagem funciona tanto para tambas quanto para outros peixes, em especial pirarucus. Vale ressaltar que para que a ração flutue, anzois mais finos são mais indicados. 




O nosso sistema preferido para utilizar as rações DLN é com equipamentos leves, com chicotes de 0,25 a 0,33 mm de linha branca, emenda sem girador e anzol pequeno (chinu 3 a 5 ou proporcional) direto na linha, iscando apenas uma ração e arremessando numa ceva feita manualmente, geralmente em cantos de lagos, algo parecido com o famoso estilo goiano. Esse sistema é capaz de fisgar praticamente qualquer espécie que exista em pesqueiros, em especial aqueles peixes mais velhos e manhosos. 







O último sistema explicado, acima, é especialmente funcional para pirarucus e peixes de couro, e nos rendeu dublês e até triplês de gigantes. Inclusive tal montagem nos rendeu o troféu de primeiro lugar no Campeonato de Pesca Esportiva do Pesqueiro Lá em Casa, em Passos - MG, e também o recorde atual da DLN, um pirarucu de mais de 33 kg na Piscicultura Sol Nascente, em Laje do Muriaé - RJ. 






E não somos só nós que capturamos grandes peixes com as DLN não! Pescadores como o nosso parceiro Richer do Canal RD Tamba também capturam monstros de até 30 kg em diversos pesqueiros de MG e SP - inclusive, deixamos a indicação: excelentes conteúdos de pesca, dicas e filmagens em destinos do interior de São Paulo e Triângulo Mineiro estão disponíveis no canal dele, é só CLICAR AQUI



Quer fisgar peixes monstruosos como esses? Use as DLN Furadinhas e garanta a foto do seu troféu! 

Por Caçadores de Fisgadas

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Pesqueiro Córrego das Antas - Uma tour com os Baguás de Glicério (SP)

Fala, galera!
Desde criança, eu (Diego da Fishway Pesca) sou apaixonado pela pesca esportiva, e cativo uma paixão especial por um pesqueiro em específico, o Córrego das Antas, em Glicério - SP! Há algo naquele lugar que é incomparável e indescritível, além de ser o pesqueiro mais insano e desafiador do Brasil!
Vou ser sincero com todos os amigos que estão lendo esta matéria: fui ao Córrego 5 vezes até hoje, e apenas na última vez acertei uma boa pescaria; não porque o pesqueiro é ruim, mas sim porque ele exige técnicas mais avançadas para se capturar os gigantes.
Porque é tão desafiador pescar no Córrego? Isso deve há um conjunto de fatores, entre eles podemos destacar:
- As dimensões do lago são enormes, o que deixa o peixe mais disperso na água;
- A maioria dos peixes são muito grandes, o que os torna mais ariscos;
- Alguns pontos em específico são mais produtivos do que outros;
- Comportamento do peixe é muito variável, o que exige ter uma disponibilidade maior de iscas;

Sem mais delongas, vamos ao relato e no decorrer do texto vou indicando quais técnicas deram resultados na pescaria.
Nessa pescaria, no início de 2018, fiquei no Córrego por 2 dias, e o ponto que escolhi é conhecido como: “bagaceira”, que fica à direita do restaurante, é praticamente no meio do lago, e é um ponto muito conhecido por ser bom tanto para a captura de Pirararas quanto para a captura dos tambacus e tambaquis.

No primeiro dia o pesqueiro estava lotado, e o peixe manhoso, tive apenas uma ação ao longo de
todo o dia, porém por volta das 18:00 horas o pessoal começou a ir embora, o que deixou o Córrego
quase que vazio, a partir daí foi um peixe atrás do outro.

As iscas que estavam fazendo sucesso era cabeça de tilápia no fundo com arremessos bem no meio do lago, e lesma no torpedo com chicote de 2 metros. A pescaria com boias cevadeiras não se mostrou muito produtiva, pois as tilápias estavam muito ativas, e não deixavam com que os tambas se aproximassem da ceva.

Assim que escureceu, quem deram as caras foram as pirararas, todas elas capturadas na cabeça de
tilápia próxima à margem.




No dia seguinte, os peixes continuavam manhosos, mas estavam mais ativos ao longo do dia. E assim, foram várias capturas, porém boa parte deles acabou escapando. Mas ainda assim, bati meu recorde de tambacu capturando um exemplar de 22 kg.

Na parte da tarde, a conversa foi com o verdão! Em todas as minhas idas até o Córrego das Antas, o objetivo sempre foi de capturar um tambaqui legítimo, e em todas elas, ele acabava levando a melhor.
Mas dessa vez a sorte estava do outro lado, a minha boia que ficou quase o dia todo na água afundou com uma enorme explosão, e na primeira corrida eu já tinha certeza que era ele! O peixe acabou se enroscando em 5 linhas de outros pescadores, brigou por quase 1 hora e de forma bem suja entrando em meio das estruturas, mas após isso acabou resistindo e saindo para foto, sendo devolvido em seguida, verdão merece água!


Mais tarde, fui presenteado com outro tambaqui, mas dessa vez na cabeça de tilápia, na vara de pirarara. Foi um verdadeiro cabo de guerra para tirar o peixe da água, mas valeu a pena todo o esforço. Um legítimo verdão gigante do Córrego das Antas, meta concluída.

Para fechar com chave de ouro essa pescaria, saiu uma bela pirarara capturada na cabeça de tilápia na tralha leve.

Abaixo, segue um vídeo dessa pescaria, com o apoio de amigos pescadores do Córrego.


Por Diego Cintra