Illustration credit: Vecteezy

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Pousada Santo Antônio de São João Batista do Glória - Pesca esportiva e turismo nas serras mineiras

Olá, amigos e leitores!
Dessa vez, fomos conhecer a Pousada Santo Antônio, em São João Batista do Glória. Na trilha das belas serras mineiras, é um lugar de extrema beleza. E também oferece uma ótima estrutura para pescadores esportivos.
Telefones: (35) 3521-9571  -  (35) 9981-1446.




Site: www.pousadaesitiosantoantonio.com.br

A pousada é muito bonita e arborizada, contando com vários quartos e chalés muito bem organizados para receber os turistas. É rota e parada obrigatória para quem deseja se aventurar pelas serras do sul de minas.

Para passar o dia na pousada e desfrutar de todas as suas opções de lazer, é cobrada uma taxa de R$ 20,00 (vinte reais). O restaurante serve comida caseira aos hóspedes e visitantes, incluso na taxa/diária.

Para a pesca esportiva , há 3 lagos com tilápias, pacus, catfishes, muitas traíras, trairões lambaris, tambaquis, cacharas etc.
Escolhemos o último lago para pescarmos, pois segundo o proprietário João, lá estavam os maiores peixes. Logo que chegamos, vejo algumas traíras tomando sol e então coloco uma pequena isca de meia-água, que foi fatal para fisgar a primeira delas.

Vendo a fartura de dentuças, escolho um sapinho plástico e começo a trabalhar lentamente rente à vegetação. E dá-lhe explosões! Dessa vez, a captura foi de um trairão.

Em seguida, meu pai fisga um grande catfish na salsicha de fundo, mas não tiramos foto, pois ele havia engolido o anzol, então o soltamos rapidamente.
Em seguida, ele decide tentar as traíras usando um spinner verde na outra margem, mas o que aparece é uma bela tilápia que atacou a artificial com trabalho mais lento.


Assim que as ações no pincho cessaram, começamos a pescar com iscas naturais e varas lisas, e as fisgadas continuaram. Tilápias, traíras e trairões foram capturados e soltos.



 Almoçamos e decidimos pescar no Ribeirão Grande, um afluente do Rio Grande que atravessa a área da pousada.

Nosso foco principal era fisgar uma tabarana no pincho, mas devido às chuvas recentes que haviam sujado a água do ribeirão, não tivemos sucesso.

Então decidimos usar iscas naturais (minhoca e salsicha) para tentarmos outra espécie e fisgamos vários mandis.
Além dos pequenos bagres, a diversão ficou por conta dos esportivos lambaris e tambiús, fisgados tanto com minhoca quanto com pequenas moscas artificiais atadas a boias de arremesso. Passamos toda a tarde naquele local. Apesar de as tabaranas não aparecerem, os pequenos provaram que tamanho não é documento na pesca esportiva.



E foi assim nosso divertido dia de pesca na Pousada Santo Antônio, espero que tenham gostado. O local possui um enorme potencial de pesca e pretendemos retornar lá para explorá-lo melhor.
Abraços!

Por Pedro Daher

Pesqueiro do Naldinho - Uma ótima opção para toda a família em Itaú de Minas

Olá, amigos e leitores!
Hoje venho apresentar-lhes uma boa opção de pesca em Itaú de Minas - MG, o Pesqueiro do Naldinho. Conhecemos o pesqueiro por indicação de um amigo e lá fomos conhecer e tentar fisgar os exemplares que habitam seu lago. As espécies encontradas são matrinxã, carpas, tilápia, traíra, caranha, lambaris e outros forrageiros. O lago é arborizado e conta com alguns quiosques em sua margem, o que dá maior conforto ao pescador. O restaurante é famoso na região pela comida caseira. Outro diferencial do local é que o Ronaldo, proprietário, cria algumas tilápias em um pequeno tanque de água transparente e permite que o cliente pesque seu próprio peixe para que seja preparado no restaurante.

As primeiras experiências

Visitamos o local duas vezes. Na primeira, eu (Pedro) e meu pai (Hilton) fomos em busca das grandes tilápias, mas tivemos algumas surpresas na pescaria com varas lisas e iscas vivas, como traíras e acarás.



E é claro que as grandes tilápias apareceram, fisgadas com ração e minhoca, sempre no fundo. A água do local é bem oxigenada, o que faz com que os peixes fisgados briguem muito.

O dia das matrinxãs

Nossa segunda pescaria no local foi bem mais proveitosa. Fomos preparados para fisgar as esportivas matrinxãs, que fazem a festa na superfície. Elas andam em cardume, então é fácil pescá-las cevando com ração. Meu pai fisgou belos exemplares com boia e isca de minhoca a um palmo de profundidade. 

E foi com a mesma isca, mas arremessando na lateral esquerda do lago, embaixo de algumas árvores, que as grandes tilápias apareceram nesse dia de pesca, de pesqueiro lotado e muito vento. 

Eu insisti na salsicha e fui compensado com muitos exemplares de matrinxã, que brigaram muito apesar do tamanho, revelando sua esportividade em belos saltos. Fisguei até uma das grandes carpas do lago com essa isca, mas que acabou escapando na margem. 

Outra forma eficiente de fisgar as matrinxãs foi com uma boinha guia, equipamento bem leve e como isca um pedaço de massinha na superfície. Bastava cevar com ração e arremessar, era fatal. Mas devido à correria de muitos pequenos peixes fisgados, nem fotografamos todos... 
Vale frisar que na pesca por quilo o pescador deve levar apenas as tilápias que capturar, podendo soltar as outras espécies sem pagar taxa de pesca esportiva.
Portanto, o local merece ser visitado e o ambiente tranquilo permite que o pescador concilie pescaria e um dia de diversão com a família.
Espero que tenham gostado. 

Por Pedro Daher

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Cidade de Colômbia - Uma pescaria em busca do rei do Rio Grande e o Pesqueiro Primavera

Olá, amigos! O primeiro relato do Blog é acerca de uma pescaria realizada em outubro de 2011, quando pescamos no Rio Grande na região de Colômbia - SP, em busca dos dourados que habitam aquelas águas.

Um outro Rio Grande

Como eu (Pedro) moro em Passos - MG, sempre pesquei no Rio Grande à montante da Represa Mascarenha de Moraes (Peixotos), que fica próximo à cidade. Porém, a pescaria por aqui não é muito produtiva, e troféus são extremamente raros, devido à pesca predatória excessiva e à presença de barragens muito próximas que atrapalham a reprodução de peixes como o dourado (Salminus brasiliensis).
Foi pesquisando na Internet que encontrei informações sobre um local em especial onde os dourados ainda eram fisgados com frequência: a região de Colômbia - SP, à jusante da barragem de Porto Colômbia. O local apresenta como peculiaridade o fato de o Rio Pardo (importante afluente do Grande) desaguar em suas proximidades, permitindo que espécies migradoras subam por este e se reproduzam, o que mantém a piscosidade da região. E foi para lá que eu, meu pai (Hilton) e meu avô (Raimundo) organizamos uma pescaria de três dias, em busca dos raros troféus do Rio Grande.
Saímos de Passos no dia 13 de outubro bem cedo, encarando os quase 300 km de estrada até Colômbia.

Chegamos ao nosso destino ainda na parte da manhã, quando pudemos dar uma volta pela pequena cidade, que faz divisa com Planura - MG através de uma ponte sobre o próprio Rio Grande. 

Ficamos hospedados numa pousada às margens do rio, simples e de fácil acesso, localizado praticamente no centro da cidade. Lá há também a venda de iscas vivas, facilitando a vida dos pescadores. 

As primeiras impressões

Ao chegarmos, nós nos deparamos com uma forte chuva - que nos atormentaria durante toda a pescaria - e então fomos conversar com os pescadores locais para termos informações sobre as ações mais recentes. Assim, tivemos uma noção de onde pescar naqueles dias.
Logo que parou de chover, resolvemos tentar algum peixe. Enquanto meu pai preparava as tralhas, peguei uma vara de bambu com um pequeno anzol e minhoca como isca e ali mesmo, em frente à pousada, fisguei vários lambaris, alguns bem grandes.

Eu e meu pai saímos de barco sem guia, subimos o rio e arriscamos alguns arremessos na rodada, ele usando tuvira e eu com iscas de meia-água. Ao passarmos por uma rasura com águas mais turvas, uma pancada seca revelou nossa primeira ação de dourado, que se soltou no segundo salto. Foi o suficiente para nos deixar eufóricos. 
Retornamos à pousada para o almoço, onde contamos nossa experiência para o meu avô, que resolveu nos acompanhar na parte da tarde.

Encarando os reis do rio

Só voltamos ao rio no fim do dia, novamente sem um guia de pesca. Subimos até a desembocadura do Rio Pardo, onde meus parceiros arriscaram iscas vivas e eu insisti nos pinchos, mas dessa vez apoitados. Até que, um pouco acima, vimos um frenesi de aves e peixes numa rasura, e decidimos pescar naquele suposto cardume de forrageiros. 
Assim que nos aproximamos, conseguimos ver alguns dourados explodindo nos pequenos lambaris. Desligamos o motor e os dois arremessaram as tuviras vivas, enquanto eu escolhi a isca Inna 70 Marine Sports transparente, que era a que mais se aproximava dos peixinhos que estavam no local. 
Iniciei os arremessos com um trabalho mais rápido e rapidamente um lindo douradinho atacou e saiu tomando linha. Uma briga divertida e com muitos saltos nos presenteou com o primeiro "rei do rio" da pescaria, o peixe que nos levara a Colômbia! 

E as capturas continuaram no pincho. Embora fossem dourados de pequeno porte, a briga era emocionante e o fato de fisgar e soltar essa espécie no rio onde comecei a pescar valorizava ainda mais cada exemplar.


Meus parceiros ainda tiveram algumas ações nas iscas vivas, mas não conseguiram concretizar as fisgadas. 
Paramos de pescar assim que escureceu, mas estávamos muito animados para o dia seguinte.

O troféu de ouro

No dia seguinte, a chuva novamente nos impediu de pescar no período da manhã.
Somente às 15h conseguimos sair para o rio, dessa vez acompanhados do guia de pesca Losemar - conhecido como Losa.
Decidimos ir ao mesmo ponto do dia anterior, mas dessa vez insistiríamos na isca viva, em busca de maiores exemplares. 
Então, após algumas rodadas, a vara do meu pai enverga e dessa vez ele acerta a fisgada, fazendo com que um lindo dourado saltasse. O peixe fez com que a fricção do molinete cantasse alto, rendendo uma bela briga. Assim que ele prancheou, pudemos embarcar e fotografar o troféu da pescaria.


Esse foi o único peixe da tarde, pois não obtivemos mais ações. Então, voltamos à pousada e ficamos sabendo de um cardume de corvinas na represa de Porto Colômbia; assim, decidimos que iriámos até lá no último dia.

 Pindocando na represa

Saímos logo cedo, rumo ao Clube Náutico de Porto Colômbia, cujo trajeto é feito de carro e, embora contenha trechos de terra, é bem tranquilo.
Assim que chegamos, o guia Losemar tratou de colocar o barco na água e preparar os equipamentos para o longo período de navegação que enfrentaríamos, já que alcançar os pontos de pesca das corvinas exige mais de uma hora de navegação.

Navegamos até avistar um pequeno aglomerado de barcos, onde apoitamos, local que possuía profundidade média de vinte metros. 
A pesca de corvinas consiste em se soltar a isca (camarão vivo) até o fundo, recolher alguns centímetros de linha e em seguida começar a "pindocar" - ação de se levantar e abaixar a vara, semelhante à da pesca com Jumping Jigs
Foi só começar a trabalhar a isca e as primeiras corvinas foram fisgadas, por todos do barco. Apesar de não ser um peixe muito forte e de o tamanho médio dos exemplares capturados ser pequeno, sua pescaria é bem divertida e com ações incessantes. Só em nosso barco foram mais de quarenta capturas.



Mais uma vez, a chuva nos atrapalhou e fez com que encerrássemos a pescaria mais cedo. 
Porém, já na pousada, encontramos uma tarde ensolarada, o que nos motivou a sair para o rio em busca de algum peixe de couro. 
Então, adentramos o Rio Pardo até encontrarmos um poço mais fundo e lá insistimos até o fim do dia. Quando estávamos desistindo, o guia Losa acerta um pequeno pintado, que infelizmente não foi fotografado, mas comprovou a diversidade e o potencial da bacia do Rio Grande na região de Colômbia - SP.
Assim encerramos nossa pescaria de três dias em busca dos troféus de Colômbia, mas as fisgadas não pararam por aí.

Em busca de mais fisgadas

Na volta, passamos por uma cidade chamada São Joaquim da Barra - SP, onde eu sabia que havia um pesqueiro bom, o Pesqueiro Primavera. Convidei meu pai para irmos lá conhecer e ele concordou, desde que não ficássemos por muito tempo. 
Ao chegarmos, fomos recebidos pelo proprietário William, que nos passou algumas dicas. Escolhi um ponto vazio na lateral do lago e comecei a pescar. Usando salsicha de fundo, eu e meu avô tivemos várias ações, inclusive ele fisgou um enorme dourado que escapou na margem.
Meu pai decidiu pescar conosco e no primeiro arremesso já estava com uma bela patinga fisgada com minhoca.

Os dois foram almoçar e eu resolvi insistir mais um pouco. E foi aí que fui surpreendido pela um belo peixe também com minhoca num molinete desbalanceado e com linha toda raspada - que havia usado para pescar corvinas em Porto Colômbia. E por isso, fui bem cuidadoso na briga, que se estendeu por vários minutos, com direito até a saltos do redondo.


Após muito tempo de peleia, o exemplar prancheou e entrou no passaguá. Era um belo tambacu, maior peixe da viagem, para fechar com chave de ouro.


Depois de soltá-lo, simplesmente parei de pescar e juntei as tralhas para seguir viagem, pois nossa rápida passagem pelo pesqueiro tinha valido a pena. Descobrimos um novo ponto de pesca que acabou sendo destino de futuras pescarias. E assim, seguimos viagem com a sensação de missão cumprida.

 Por Pedro Daher

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Nossa Equipe

Olá, amigos e leitores! Somos um grupo de pescadoras e pescadores apaixonados pelo pesque e solte de grandes exemplares, e abaixo vocês poderão conhecer um pouco a respeito de cada um de nós.


• 
Nome: André Pascelli
• Data de nascimento: 07 de julho de 1992
• Cidade natal: Ubá - MG
• Cidade atual: Ubá - MG
• Profissão: operador de máquinas
• Peixes preferidos: tambacu e pirarara



• 
Nome: Diego Cintra
• Data de nascimento: 26 de abril de 1996
• Cidade natal: Franca - SP
• Cidade atual: Franca - SP
• Profissão: comerciante
• Peixes preferidos: tambaqui e tambacu



• Nome: Diesley Roger
• Data de nascimento: 24 de abril de 2000
• Cidade natal: Alfredo Vasconcelos - MG
• Cidade atual: Alfredo Vasconcelos - MG
• Profissão: lavoureiro
• Peixes preferidos: carpa-capim e carpa-comum



• Nome: Fabrício Soares
• Data de nascimento: 14 de fevereiro de 1990
• Cidade natal: Ubá - MG
• Cidade atual: Ubá - MG
• Profissão: funcionário público
• Peixes preferidos: pintado real e pirarara


• Nome: Felipe Marques
• Data de nascimento: 30 de novembro de 1996
• Cidade natal: São Joaquim da Barra - SP
• Cidade atual: São Joaquim da Barra - SP
• Profissão: servente de pedreiro
• Peixes preferidos: tambacu e pirarara






• Nome: Gabriel Almeida
• Data de nascimento: 17 de janeiro de 1998
• Cidade natal: Passos - MG
• Cidade atual: Passos - MG
• Profissão: estudante
• Peixes preferidos: tambacu e pirarara


• Nome: Gabriel Machado
• Data de nascimento: 25 de fevereiro de 2000
• Cidade natal: São Sebastião do Paraíso - MG
• Cidade atual: Viçosa - MG
• Profissão: estudante
• Peixes preferidos: pirarucu e pirarara



• Nome: Gustavo Luis
• Data de nascimento: 13 de março de 1999
• Cidade natal: Passos - MG
• Cidade atual: Alfenas - MG
• Profissão: estudante
• Peixes preferidos: tilápia e tambacu






• Nome: Helder Balbino
• Data de nascimento: 04 de janeiro de 1988
• Cidade natal: Pouso Alegre - MG
• Cidade atual: Pouso Alegre - MG
• Profissão: balconista
• Peixes preferidos: tambacu e pirarara





• Nome: Hilton Daher
• Data de nascimento: 20 de fevereiro de 1970
• Cidade natal: Passos - MG
• Cidade atual: Passos - MG
• Profissão: aposentado
• Peixes preferidos: pirarara e dourado




• Nome: João Mendonça
• Data de nascimento: 24 de novembro de 1998
• Cidade natal: São Sebastião do Paraíso - MG
• Cidade atual: Araraquara - SP
• Profissão: estudante
• Peixes preferidos: tambacu e pincachara

• Nome: Lukas Odinino
• Data de nascimento: 30 de novembro de 1999
• Cidade natal: Serra Negra - SP
• Cidade atual: Monte Sião - MG
• Profissão: estudante
• Peixes preferidos: piraíba e tucunaré-açu





• Nome: Marcela Silva
• Data de nascimento: 29 de janeiro de 1995
• Cidade natal: Ubá - MG
• Cidade atual: Ubá - MG
• Profissão: auxiliar de produção
• Peixes preferidos: pirarara e pintado-real




• Nome: Marcelo Lemos
• Data de nascimento: 10 de novembro de 1969
• Cidade natal: Passos - MG
• Cidade atual: Passos - MG
• Profissão: guia turístico
• Peixes preferidos: tilápia e matrinxã

• Nome: Pedro Daher
• Data de nascimento: 08 de dezembro de 1998
• Cidade natal: Passos - MG
• Cidade atual: Viçosa - MG
• Profissão: estudante
• Peixes preferidos: pirarucu e piraíba


• Nome: Pedro Odinino
• Data de nascimento: 12 de abril de 2005
• Cidade natal: Serra Negra - SP
• Cidade atual: Monte Sião - MG
• Profissão: estudante
• Peixes preferidos: piraíba e pirarara




• Nome: Rafael Vieira
• Data de nascimento: 09 de junho de 2005
• Cidade natal: Tocantins - MG
• Cidade atual: Tocantins - MG
• Profissão: estudante
• Peixes preferidos: tambacu e dourado







• Nome: Raimundo de Liz (in memorian)
• Data de nascimento: 09 de agosto de 1932
• Data de falecimento: 29 de julho de 2018
• Cidade natal: Monte Belo - MG
• Cidade de falecimento: Passos - MG
• Peixes preferidos: tilápia e traíra




• Nome: Renata Bittencourt
• Data de nascimento: 29 de junho de 1998
• Cidade natal: Viçosa - MG
• Cidade atual: Viçosa - MG
• Profissão: jornalista
• Peixes preferidos: pirarara e cachapira





• Nome: Samuel Dutra
• Data de nascimento: 18 de novembro de 1988
• Cidade natal: Piranga - MG
• Cidade atual: Viçosa - MG
• Profissão: engenheiro florestal
• Peixes preferidos: pirarucu e tambacu




• Nome: Waldemir Fedel
• Data de nascimento: 23 de julho de 1970
• Cidade natal: Serra Negra - SP
• Cidade atual: Monte Sião - MG
• Profissão: comerciante
• Peixes preferidos: piraíba e pirarara



Esperamos que tenham gostado de conhecer um pouco sobre nossas colaboradoras e nossos colaboradores, que trabalham em prol do pesque e solte consciente e eficaz.
Abraços dos Caçadores de Fisgadas